Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007
Morreu Benazir Bhutto...dirigente da oposição paquistanesa vítima de um atentado suicida
A ex-primeira-ministra e dirigente da oposição paquistanesa Benazir Bhutto morreu hoje após um atentado-suicida contra um seu comício, em Rawalpindi, que matou pelo menos mais 20 pessoas.
CONHEÇA A LEI ORGANICA DO MUNICIPIO DE EUNAPOLIS
ACESSE http://elaraykil.sites.uol.com.br/blog/leiorgeunap.htm
Dia 17 de julho é o Dia da Proteção às Florestas
Esse quadro poderia ser minimizado se o consumidor fizesse escolhas conscientes, menos impactantes. Uma excelente contribuição seria consumir somente o necessário, mas como sabemos “quem tem quer mais... quem não tem fica querendo....” e na primeira oportunidade consume!
Segundo o Instituto WorldWatch, dois terços das florestas originais do planeta já foram derrubados. Florestas têm sido ameaçadas em todo o mundo, pela degradação incontrolada. As florestas são o ecossistema mais rico em espécies animais e vegetais. A sua destruição causa erosão dos solos, degradação das áreas de bacias hidrográficas, perdas na vida animal (quando o seu o habitat é destruído, os animais morrem, inclusive o homem, que pertence ao reino animal, mas parece se esquecer disso) e perda de biodiversidade. É a falência da “vida” no planeta. É a entropia do sistema.
E as “florestas” artificiais? Àquelas plantadas com objetivos específicos que podem ser formadas por espécies nativas ou exóticas. No caso do extremo sul da Bahia o eucalipto foi introduzido, mais exótico impossível!!
As florestas artificiais são desenvolvidas puramente para explorar verozmente os recursos da natureza. Literalmente “sugar” o solo fértil, a água, tirar o homem da terra, dizimar a agricultura familiar além de despejar toneladas de agrotóxicos no lençol freático e na atmosfera, dentre outros tantos malefícios.
Dia 17 de julho é o Dia da Proteção às Florestas, façamos algo para tentar salvar o que ainda resta, talvez o primeiro passo seja driblar o descaso e a omissão do Estado sobre o assunto!
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Quando julho passar e O fantasma da sazonalidade atacar novamente?
O Turismo constitui-se, nos dias de hoje, em um dos mais importantes instrumentos de geração de emprego e renda, em todo o mundo. É o segmento capaz de alavancar a economia, além de contribuir significativamente para a preservação do patrimônio natural e cultural, uma vez que estes são matéria-prima básica para a existência do fenômeno turístico. Atualmente o Turismo não é só atrelado à idéia de atividade de lazer como o senso comum retrata; sua abrangência permite a inserção de novas formas de analisar o fenômeno, mobiliza pessoas pelos mais variados motivos e para os mais diversos destinos turísticos. As viagens de estudo, por exemplo, ocorrem desde o século XVIII, inicialmente praticadas por jovens aristocratas ingleses às principais cidades européias, chamadas de grand tour. Hoje denominado como turismo pedagógico, ou turismo educativo, a atividade vem sendo apontada como importante mecanismo para driblar a famigerada sazonalidade. O Turismo Pedagógico representa a oportunidade de explorar a relação homem-espaço, nas mais variadas perspectivas de análise do conhecimento humano - geográfico, físico, biológico, ecológico, etc - de forma interativa, divertida e multidisciplinar. Imagine o contingente de estudantes sedentos por uma viagem durante o ano letivo, ou seja, justamente naquele período em que a baixa estação é temida por todos do trade turístico? O Turismo pedagógico tem sido apontado como uma prática inovadora, um instrumento freqüente em várias instituições de ensino, tornando-se uma oportunidade de negócio que tem estimulado a proliferação de empresas prestadoras de serviços específicos nessa vertente do segmento turístico. Considerando que a gama de motivações dos estudantes, estudiosos de todo gênero e professores, ávidos pelo conhecimento, podem ter como fonte de suas pesquisas os mais variados ambientes, percebemos que o turismo pedagógico contribuiria sobremaneira no processo ensino-aprendizagem, ou seja, o vivenciar através das viagens de estudo propicia o aprendizado efetivo e prazeroso. As viagens expandem os horizontes culturais dos indivíduos, ampliam e enriquecem a forma de pensar e de atuar. Os atrativos turísticos, tanto naturais, quanto culturais, são infindáveis fontes, para as mais variadas áreas do conhecimento. Os diferentes destinos turísticos possibilitam o contato do turista com as mais variadas formas de cultura, além da diversidade em termos de fauna e flora, que são objetos de freqüentes pesquisas. É a oportunidade de transcender à rotina da sala de aula, experimentar, vivenciar e exercitar a cidadania, consciente de sua responsabilidade para com o patrimônio natural e cultural e principalmente contribuir para a preservação além de entender e respeitar diversidade cultural. Percebemos no Turismo Pedagógico uma oportunidade de negócio através da criação de agências de viagens especializadas nesta modalidade turística. São poucas as agências de viagens especializadas nessa área. Na região do extremo sul da Bahia, por exemplo, que comporta mais de vinte municípios, não há nenhuma agência especializada. Os empreendedores que estiverem dispostos a aproveitar essa oportunidade de negócio devem estar cientes de que, além de dominar setor de agenciamento de viagens, devem também estar inseridos no segmento educacional, inclusive para compreender as necessidades e o nível de qualidade que o público alvo almeja. Acreditamos que o Turismo Pedagógico contribuiria para a minimização da sazonalidade da demanda que é uma situação que aflige grande parte das cidades turísticas. Durante o ano letivo a maioria da população não está em férias, assim viagens de cunho pedagógico se tornariam mais tranqüilas, confortáveis e contribuiriam com a geração de emprego e renda nos destinos turísticos. Estimule em seu município, os empreendedores locais e as instituições de ensino a perceberem no Turismo Pedagógico uma alternativa e quiçá a “galinha dos ovos de ouro” para a prosperidade de sua comunidade.
Nos colocamos a disposição para maiores esclarecimentos sobre o tema.
Eladyr Boaventura Raykil1 e Cristiano Raykil2
1 Administradora de Empresas, Especialista em Projetos Turísticos, Ecologia e Docência Superior.
Docente da Sulbahia Faculdades Integradas e UNEB Eunápolis. Consultora Empresarial. elaraykil@uol.com.br
2 Cientista Social, Especialista em Docência Superior. Docente da Sulbahia Faculdades Integradas, UNEB e CEFET
Universidade do Estado da Bahia. c.raykil@uol.com.br
26 de junho - Dia Internacional de Apoio as Vitimas de tortura
Bom momento para refletir sobre “o que é tortura?” Você foi/é torturado? Você tortura alguém?
Existem certos tipos de tratamento que a maioria de nós percebe como inaceitáveis. Mas há outros que não são tão claros ou que dependem de fatores culturais. A definição básica de tortura é a que consta da Convenção das Nações Unidas contra a Tortura (1984). De acordo com o Artigo 1(1), o termo significa: "qualquer ato pelo qual se inflige intencionalmente um sofrimento ou uma dor grave, seja física ou mental (http://www.dhnet.org.br); neste aspecto será que há ocorrência da “tortura” nas escolas em suas mais variadas formas de “estimular” o desenvolvimento das habilidades e competências nos alunos, pressionando o indivíduo a conhecer seus limites e em suas inovadoras metodologias de avaliação? Nas empresas onde os patrões em suas “dinâmicas motivacionais” querem fazer com que o funcionário absorva a cultura organizacional? nas igrejas que impõem aos seus fiéis uma “revisão de postura” a fim de adequá-lo ao meio?
Enfim, a tortura anda por aí disfarçada de várias formas. Fiquemos atentos para não sermos vítimas dela, ou ainda, estarmos torturando sem perceber a profundidade de nossas ações.
Leia mais sobre esse tema no http://www.dhnet.org.br
Profª Adm Eladyr B. Raykil
25 de junho - DIA DO MIGRANTE
25 de Junho é o dia do Migrante. Migrar significa mudar de lugar.
Quantos de nós, residentes em Eunápolis, somos migrantes, de onde viemos, por que viemos? Como está nossa relação e nosso respeito com o habitante local autóctone, com os demais migrantes? Como nos relacionamos com “nossa” cidade?? Temos Eunápolis como nossa?? Cuidamos? Nos preocupamos??
Bom momento para refletir.....como e quais são nossas atitudes em nossa COMUNIDADE!!
Profª Adm Eladyr B. Raykil
elaraykil@uol.com.br
25/06/2007HABITAÇÃO?!
A cidade e os livros - Carlos Vogt
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=279
Habitação: eu planejo, tu planejas... NÓS planejamos - Marcelo Lopes de Souza
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=278
> A rua e a cidade - Doralice Sátyro Maia
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=277
> A habitação nas cidades inacabadas - Luiz César de Queiroz Ribeiro
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=288
>
> Squats, locais de resistência - Florence Bouillon
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=286
>
> O fim do sonho norte-americano - Sudhir Alladi Venkatesh
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=287
>
>
> Reportagens
>
> Déficit habitacional exige medidas urgentes - Por Luíza Bragion
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=281
>
> A complexa medida da qualidade da habitação - Por Rodrigo Cunha
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=282
>
> A demonização da habitação informal - Por André Gardini
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=280
>
> Mercado imobiliário vive bom momento - Por Patrícia Mariuzzo
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=285
>
> Ocupar as políticas e acelerar a democracia - Por Susana Dias
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=283
>
> Morar na rua é trabalhar e resistir à repressão - Por Carolina Cantarino
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=284
>
>
> Resenha - Em trânsito - Por Sabine Righetti
> http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=25
Entrevista - Mike Davis
http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=entrevista&edicao=25








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Punições corporais e psicológicas contra crianças e adolescentes, como palmadas, chineladas e ameaças, são práticas habituais em quase todas as sociedades. Encarados como ferramentas essenciais para a disciplina, estes castigos, que variam em intensidade, estão presentes em muitas casa, escolas e outras instituições. Embora para o senso comum, a “Pedagogia da Palmada” seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos. Além disso, a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem física frente ao outro. O castigo físico e humilhante imposto à infância poderá ter reflexos negativos ao longo da vida da criança. Ademais, constituem uma violação aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade física das crianças. Missão de Rede Não Bata, Eduque Contribuir para o fim da prática dos castigos físicos e humillhantes,seja no meio familiar, escolar ou comunitário. |
A.T.E.N.Ç.Ã.O
Consumidor pode denunciar vacina contra HPV que custa mais de R$ 364
http://www.agenciabrasil.gov.br/
Questão Ambiental - Questão de Educação
MEIO AMBIENTE E O ADMINISTRADOR
Em 05 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente. É salutar evidenciar a responsabilidade enquanto cidadão está expressa no art. 225 da Constituição Federal e na condição de profissional da administração o código de ética em seu cap. 3 que trata dos deveres do administrador, no art. 6º inciso XX ressalta que devemos "esclarecer o cliente sobre a função social da empresa e a necessidade de preservação do meio ambiente" é no XXVII - preservar o meio ambiente e colaborar em eventos dessa natureza, independentemente das atividades que exerce, ou seja, é obrigação zelar pelo patrimônio natural mundial. As questões ambientais, seja em nível local, regional ou global, dizem respeito à nossa atividade. Afinal nossa sobrevivência e a sobrevivência das organizações depende prioritariamente dos recursos naturais renováveis e não renováveis. Vale salientar que estes "recursos" estão cada vez mais escassos e consequentemente está em risco, literalmente, nossa sobrevivência.Se nos importamos com a saúde e qualidade de vida de nossos filhos, netos e bisnetos, é melhor que tratemos de nos envolver, de fato, nesta temática, seja nas discussões com relação ao lixo disposto nas ruas de nossa cidade, ou na emissão desregrada de poluentes dos carros das organizações gerenciadas por nós. Saúde e Paz...NO STRESS....ELADYR B. RAYKIL
PioForsky.Flick
A última do Marcelo Crivella, infelizmente, senador da República, é tentar incluir na Lei Rouanet reformas e espetáculos em templos religiosos, passando a disputar as magras verbas da cultura com artistas e produtores.Além de ser um acinte, é inconstitucional, pois se o Estado é laico, não pode ceder dinheiro público para qualquer ação religiosa.Se você quer preservar a Lei Rouanet para as produções culturais e não quer ter seu dinheiro bancando templos de onde quer que seja, clique aqui para assinar a petição (http://www.petitiononline.com/cult2007/petition.html)
(Saiba mais) http://www.emdiacomacidadania.com.br/post.php?titulo=assine-a-peticao-que-protegera-seu-rico-dinheirinho&PHPSESSID=3dd725ffd9b989ab775a9a6198bb9454
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